
Na fila, diversidade reinando, desde o cada vez mais comum desfile de franjas (desta vez destruídas pela chuva), gente ouvindo Lady Gaga no celular, metaleiros malvados, straight-edges, carecas... todos esperando ansiosamente a abertura da casa.
O primeiro show, da banda nacional Buried Yesterday, já dava uma amostra do quão brutal seria a noite. Uma enorme roda se formava desde a primeira música. O som dos caras é bom, bastante redondo e pesado, mas a banda deixou a desejar no quesito presença de palco, ficando bastante parados durante a apresentação. Mesmo assim, não foi o suficiente para desanimar o público, que até mesmo exagerava na roda. Socos no peito, voadoras, chutes na cara e uma brutalidade geral não perdoava nem mesmo as meninas que se arriscavam a entrar, chegando ao ponto de uma garota desmaiar, após um chute no queixo. Gente querendo aparecer quase estraga a festa, achando que uma roda é algo individual. Na última música, porém, as meninas fizeram a alegria dos marmanjos com uma roda exclusivamente feminina. Terminando seu show com o público na mão, o Buried Yesterday com certeza conseguiu passar seu recado.

O calor dentro do Inferno massacrava o público e as pessoas que ainda estavam para fora entraram, lotando o local, que teve os ingressos esgotados (até rolou um show extra marcado em cima da hora no sábado, mas que não foi muito cheio e empolgante, pelo que pude ler). Após a montagem de palco e um breve teste de som, sobe ao palco a hypada banda de deathcore, abrindo o show com Wake Up.
O set list abrangeu os dois cds do grupo, sendo composto de músicas do primeiro cd, The Cleansing, como Unanswered, The Price of Beauty e No Pity for a Coward e outras do último, No Time to Bleed, como Wake Up, Lifted e Disengage.
O set list abrangeu os dois cds do grupo, sendo composto de músicas do primeiro cd, The Cleansing, como Unanswered, The Price of Beauty e No Pity for a Coward e outras do último, No Time to Bleed, como Wake Up, Lifted e Disengage.

O som estava perfeito, o vocalista Mitch Lucker cantava tão igual ao cd que até mesmo parecia playback, a banda não errava uma nota e a presença de palco de cada um era algo impressionante, os caras não paravam no palco e, fora dele, violência, violência e mais violência. Stage dives, head walks, circle pits, wall of death, rolou de tudo e mais um pouco e a galera fez um show a parte. 

As músicas do primeiro cd foram mais bem recebidas que as novas e, ao fim do show, a banda tocou um cover de Engine No. 9, do Deftones, disponível no EP Green Monster, fechando a noite com chave de ouro...
Ou não! Algum tempo depois do show, algumas meninas que estavam no público foram convidadas para uma "festinha" pós-show, das quais oito garotas foram levadas para o hotel. Prefiro não comentar sobre isso, já que a apresentação em si foi algo irretocável, mas quem quiser deixar sua opinião sobre isto, sinta-se a vontade.
Fotos por Victor Nomoto
10 comentários:
a melhor pascoa da minha vida sem duvidas *_*
opa, show ;)
*-*
tudo verdade msm mitch e montro no vocal sem palavras
s/c manolos *-*
banda toda, vc n ve bandas como suicide hj dexa a galera subi no palco, eles são exemplos q fama n sobe p/ cabeça ñ ;D
ashduahdshudsa
logo mais videos e fotos nas comunidades CAIU NA NET
Mitch é um comedor de menininhas, fi.
Se fosse famoso e tatuado igual ele, como as mina desse rolê paga um pal, também faria, sepá, HAHA
Mas é isso aê.
Mitch é o rei no palco, mano. Simpatia pura.
a velha historia dos gringos que vem pro brazil e querem sexo e caipirinha.
hahahahaha..... essas minas são fodas....
é isso aew Brasil....
CNN PRA ELAS LOGO MAIS
mais se acha os cara tem q ter um sexo brasileiro ne ta certo ate eu levaria varias minas tbm
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