grafite e arte de rua não fossem ilegais, uma cidade onde todos pudessem desenhar onde quisessem. Onde toda rua fosse inundada com um milhão de cores e pequenas frases. Imagine uma cidade dessas e pare de encostar na parede – está molhada!”
Ae pessoal! Hoje vou mostrar um pouco da arte do grafiteiro Kboco. Seu trabalho está sendo exposto na Bienal até dezembro, junto com outros grafiteiros renomados.
Márcio Mendanha de Queiroz, o popular Kboco, nasceu em Goiânia em 6 de novembro de 1978, e há três anos mudou-se para São Paulo, especificamente para Vila Sônia, zona oeste, ou seja, ele é vizinho de bairro do Fel.
Sua arte começa sendo exposta nos muros de Goiânia e também Olinda (PE), e já chegou a ir para a Bienal de Valência, na Espanha, e até no Choque Cultural, aqui em São Paulo, onde Titi Freak está expondo seu trabalho também. O artista utiliza em seus desenhos formas arabescas, geométricas e, principalmente, as cores variantes entre o sertão goiano e o africano.
Pessoalmente, eu achei que as formas geométricas usadas são de um equilíbrio sensacional, e se encaixariam muito bem em qualquer cidade. É uma pena ele ter largado os muros para grafitar em galerias, mas ele disse em uma entrevista que está feliz na cena em que ele atua e que o preço alto de suas obras se dá ao alto custo que ele tem pra fazê-las, além do aluguel para pagar, como todos. Algumas de suas obras me lembraram bastante a escrita árabe, talvez pelos traços.
Ele também já grafitou ambientes de skate. Em um lugar desses, foi feito um vídeo dele pintando que ficou muito louco, dando outra cara ao lugar.
Hamilton Yokota, ou Titi Freak, nasceu em São Paulo em 1974. Autodidata, trabalhou dos 13 aos 20 anos no estúdio Maurício de Souza, se especializando em pintura, desenho, instalações e arte urbana. Cita como referências o iô-iô, mangás e animes, moda, cultura pop japonesa, tatuagens, cultura urbana e botecos.
O artista aproveita muito bem as diferenças de linguagem de cada uma de suas inspirações, trabalhando a escala e tratamento que imprime às suas obras de maneira única, na intenção de envolver a audiência e provocar fortes emoções.
Ano: 2007 Duração: 77 minutos Tamanho: 697 Mb Formato: Avi
Criminal Minded é um documentário que mostra um coletivo alemão que realiza pixações e grafites em trens de Berlin.
O documentário explora uma narrativa diferente do normal, usando um estilo mais "videoclipado" onde existe uma trilha sonora que acompanha a montagem e as ações do grupo pela cidade.
O jornalista Roberto Cabrini, consagrado repórter investigativo, comanda mais uma excelente reportagem em seu novo programa no SBT, Conexão Repórter.
A matéria mostra as várias facetas do picho, expondo o ponto de vista de quem torna disso um hábito e tradição e também de quem menospreza essa arte tão polêmica que caminha junto a sociedade desde a existência do âmbito urbano.
O Light Graffiti é feito geralmente com luzes de Led, sejam elas lanternas ou simplesmente uma lâmpada. Para fazer um pouco dessas fotos espetaculares não é muito difícil.
Um bom início para quem gosta de fotografia fazer isso é tirar fotos de carros em movimento com baixa velocidade na câmera, fazendo com que só saiam faixos das luzes dos faróis. Isso poderia ter ficado bem interessante se essas luzes fossem organizadas ao seu gosto.
E para fazer esse tipo de foto, que também é chamado de Light Painting, basta ter uma lanterna LED, ou, no caso dessas fotos, fogos de artifício, mas vamos começar com LED.
Se você tem aquelas câmeras digitais comuns, infelizmente não dá pra fazer, a câmera precisa ter a função de controlar a velocidade do obturador. Caso você tenha uma câmera reflex(semi-profissional), basta colocar o máximo de tempo possível. A abertura do diafragma também deve ser verificada e de preferência colocada no "talo", pois para tirar esse tipo de foto é necessário estar em um lugar escuro.
A partir daí, com a câmera já ajustada, é só você inventar o que quer desenhar na foto, utilizando os movimentos da lanterna. Se você não quiser que você apareça na foto evite mirar a luz em si mesmo durante a "pintura".
Infelizmente ainda não peguei fogos de artifício para testar o que se fala nesse site AQUI, onde também pode-se ver mais fotos nesse estilo.
Tente fazer testes e se acostumar com a velocidade em que devem ser feitas as "pinceladas" de LED antes de ir para os fogos de artifício.
Dá pra fazer algo bem bacana se tiver um pouco de paciência e criatividade.
Julian Beever é um pintor de calçadas que rodou o mundo durante 10 anos fazendo suas pinturas assustadoramente perfeitas. Olhadas da perspectiva certa, verdadeiros cenários são construídos, utilizando-se de ilusões de ótica e perspectiva.
Depois de um tempo, suas pinturas ficaram mais tendenciadas para buracos no chão e muitas pessoas no mundo começaram a copiar seu estilo.
Neste vídeo, é mostrado como são feitas algumas das pinturas, olhadas de outra maneira vemos o quão absurda tem que ser a imaginação de Julian antes de começar a pintar para saber a devida proporção dos objetos pintados para darem certo em uma única posição.
O documentário "Pixo", de João Weiner e Roberto Oliveira, fala sobre a pixação na cidade de São Paulo, uma forma de expressão única no mundo, contando com depoimentos de pixadores, fotógrafos e artistas tradicionais. Levanta questões sobre o porquê de existir a pixação, se deve ser considerada arte e os limites da expressão e da censura.
O documentário ainda está para ser lançado e abaixo você confere 10 minutos do vídeo
Basnky é o nome do artista ou interventor que fez esse grafite e muito outros com uma um crítica social a cada pincelada ou lata usada. Bansky é um Punk inglês que não vende sua arte, ele a deixa para ser baixada em seu site e apenas as faz para causar uma reflexão que com certeza consegue provocar nas pessoas que vêem.
Com certeza vale a pena dar uma olhada em sua outras obras.