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28 de mar. de 2011

A cidade perfeita de Banksy tem paredes molhadas


“Imagine uma cidade na qual
grafite e arte de rua
não fossem ilegais,
uma cidade onde todos
pudessem desenhar onde
quisessem. Onde toda rua
fosse inundada com um milhão
de cores e pequenas
frases. Imagine uma cidade
dessas e pare
de encostar na parede –
está molhada!”

- Banksy -

7 de fev. de 2011

A bienal de arte livre é na rua!

Observe a cidade
Ela está por toda parte
Dentro de cada um
Em cada face uma verdade


Quanto tempo se perde
E quantos se perdem no tempo
Tem flor nascendo no asfalto
Gente dormindo ao relento


Foi onde eu vi nascer
No belo beco de belezas
Raízes de tinta
Que fazem a fotossíntese pra quem vê
Misturar cidade e natureza


Nasce! Deixa nascer a vida em tinta
Espermatozóides cogumelos
Guiados pela luz


Teu mundo em nossas visões, pinta!
Em cores fazendo duelos
No olhar da mãe estrangeira que seduz


Sem moderação
Na rua, às ruas, dominação
Nossa tela de muros
Palco de asfalto
Visões de um só coração

É sem dono, é de ninguém
É de quem?
É minha, é sua
A bienal de arte livre é na rua!



OBSERVE e faça parte
na rua somos livres
livremos a ARTE!


Fotos: Yuri Kiddo

28 de nov. de 2010

Em cartaz na 29ª Bienal com a série de desenhos Inimigos, Gil Vicente solta o verbo para o Underkrew

Vivemos numa época alienada, carente de produções artísticas instigadoras, provocativas e políticas. Neste contexto, de 20 de setembro a 12 de dezembro acontece a 29ª Bienal de São Paulo, que nesta edição diz que é impossível separar arte de política.
Uma série polêmica que chamou atenção até da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por querer proibi-la é a Inimigos, do artista plástico pernambucano Gil Vicente que, com jeito simplório e casual, se auto-retratou fidedignamente apontando a arma para alguns líderes políticos. Os 10 desenhos surgem como um grito esperançoso no meio do lixo. “Eu não fiz os desenhos, eu vomitei os desenhos, porque eu tava tão indignado quando caiu a ficha. Eu queria comunicar minha decepção e a total descrença”, diz o artista.

Os retratos são feitos a carvão em tamanho real por um motivo. “Eu queria essa comunicação mais direta, todo mundo já teve algum contato com desenho. Eu achei que o carvão era o instrumento mais adequado pra fazer a série. Não tinha cor pra desviar a atenção pra outra coisa e era mais rápido pra trabalhar do que se fosse um trabalho feito a óleo”.
Inimigos de quem?

De rainha Elizabeth II, papa Bento XVI e presidente do Irã, Ahmardinejad; a Lula e Fernando Henrique Cardoso, Gil justifica seu trampo. “São inimigos dos seres que não têm nada. São inimigos da justiça social. Esses caras, além de não fazer nada, roubam dinheiro pra caralho, é tanto escândalo que a gente toma conhecimento... Eu tinha esperança ainda em Lula, mas em 2005 eu já tava puto da vida. E tava irritado com os absurdos de Bush, irritado com a Igreja, que aprova tudo isso. Então eu escolhi Lula e Fernando Henrique pra mostrar que não era uma implicância específica com algum político, era com toda a raça. Pode parecer ingenuidade minha querer que haja justiça social, mas por que não é pra ter justiça social? Por que as pessoas todas aceitam? Tem gente que vive do lixo, come do lixo e tem gente que nem isso tem".

Os desenhos foram feitos em 2005, curiosamente o presidente Lula é o único que é ameaçado com uma arma, mas sem explicação consciente, Gil só diz que acreditava que “ele (Lula) chegando ao poder, ia botar um pau bem grande em cima da mesa e dizer ‘agora vai ser assim’, e foi igual a todo mundo. Era uma grande esperança, todo mundo chorou e tudo pra ver esse bosta fazer a mesma coisa”.

O artista plástico é desbocado, espontâneo e consciente do descaso que os políticos tratam os cidadãos. Diz que desenharia muito mais políticos ali, que sentiu “fedor de ditadura quando veio a coisa da OAB” e acredita que vivemos uma repressão pior que a dos anos de autoritarismo declarados. “Eu só vejo piorar as coisas. Hoje em dia o que se faz escondido da população talvez seja maior do que no tempo da ditadura”.

Quanto à atual situação artística do Brasil, ele acredita que não existe mais um movimento artístico-político. “Quando a ditadura acabou, tudo se aquietou mais, não tem mais subversivo, não tem mais movimento. Por que agora todo mundo que reclamava não reclama mais? O país ficou bom, por acaso? Os artistas que cantavam daquele jeito, o teatro... ninguém reclama mais nada. Tá muito bom o país. Parece que as leis de incentivo à cultura fizeram calar os artistas todinhos”.
Gil é indignado com a corrupção e defende prisão perpétua contra os políticos safados. “Eu acho que o povo deveria exigir punição muito severa, acho que até prisão perpétua pra quem roubar dinheiro público. Isso é o mesmo que roubar dinheiro de uma pessoa. Aliás, muito pior, porque você tá lá no poder pra fazer uma coisa pra todo mundo. E eu digo isso e as pessoas riem. É uma coisa tão óbvia, tão evidente, que as pessoas dizem ‘claro que não vai acontecer isso, Gil’. Mas por que a gente tá convencido de que não pode melhorar, que não pode ser de outra forma? Se vai ser assim, eu vou reclamar a minha vida inteira".

Eu também quero que seja de outra forma Gil, já somos dois.

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Gil Vicente também tem uma série também muito foda (literalmente) chamada Suíte Safada, também em exposição na Bienal.



29ª Bienal
Parque Ibirapuera • Portão 3 • Pavilhão Ciccillo Matarazzo

De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.
5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.
Sábado e domingo: das 9 às 19h.


Fotos: Yuri Kiddo.

26 de nov. de 2010

JR - Street Art no Oriente Médio


O francês JR se considera um fotógrafo, mas sua arte vai muito além disso. Além de tirar fotos críticas, em sua maioria preta-e-branca, ele as monta em flyposts distibuídos em muros, paredes, latas de lixo, ou mesmo separando-as em várias partes e arrumando-as no teto de várias casas.


Um de seus mais audaciosos projetos foi a postagem de seus flyposts em cidades israelenses e palestinas (logicamente de maneira ilegal, dados os regimes destes países), retratando pessoas dos dois lados da separação, olhando direto para quem passava na rua ou montadas face a face umas ao lado das outras.


Realizando o que especialistas diziam ser impossível de fazer - arte ilegal nas ruas de Israel e Palestina, - JR foi além de pequenas tags, chegando a transformar uma favela inteira. Assim, JR, para mim, deve ser considerado muito mais do que um simples fotógrafo, dando uma visão crítica, embora carregada de otimismo, e, como o próprio falou, "uma visão sobre o compromisso, a liberdade, a identidade e a criação, administração e quebra de limites".


A maioria dos trabalhos de JR são feitos em locais onde injustiças sociais são evidentes e podem ser vistos em seu site oficial.

2 de out. de 2010

¿Por que?


POR QUEEEEE? Dúvida cruel.

Em alguma parede da Argentina.

11 de set. de 2010

Charles Bukowski

Nascido em Andernach, na Alemanha, Charles Bukowski viveu a partir dos três anos nos Estados Unidos. Com milhares de poemas, centenas de contos e seis romances, tornou-se um dos maiores nomes da literatura boêmia do século XX.

Crescenco cercado pela decadência social e econômica pós crise de 29, Bukowski escrevia sobre tudo de podre que via e vivenciava, sendo ele próprio o narrador de muitos de seus textos. Muito álcool, cigarros, drogas, mulheres infiéis, pessoas vazias, falta de dinheiro, sexo e, principalmente, a noite urbana são temas (senão personagens) recorrentes em sua obra.

Charles é muitas vezes tido como um autor melancólico e depressivo, visão da qual eu discordo. Para mim, Buck tinha uma visão realista e crua da vida, apenas retratando-a de modo fiel à sua realidade, não necessariamente apelando para colocar elementos de fote carga emocional.


"É este o problema com a bebida, pensei, enquanto me servia dum copo. Se acontece algo de mau, bebe-se para esquecer; se acontece algo de bom,bebe-se para celebrar, e se nada acontece, bebe-se para que aconteça qualquer coisa"
Além de seus famosos textos, Bukowski produzia pinturas abstratas e bastante coloridas, às quais são atribuídos diversos significados.

Charles Bukowski morreu de leucemia aos 73 anos, em março de 1994, deixando um legado que serve como fonte de inspiração para muitos dos roteiristas, poetas, pintores, escritores, atores e artistas marginais em geral.




Site sobre Bukowski com enorme acervo de poemas, artigos, entrevistas, manuscritos, pinturas, fotos e até mesmo sua ficha no FBI.

10 de set. de 2010

Exit Through the Gift Shop


País: EUA
Gênero: Documentário
Tempo: 87 minutos
Ano: 2010
Direção: Banksy














Documentário que mergulha no universo do grafite, com alguns dos grafiteiros mais famosos do mundo, como o britânico Banksy e os americanos Shephard Fairey e Invader. O filme foca seu olhar em Banksy, pseudônimo daquele que é considerado o guru do grafite e cuja identidade verdadeira é um segredo (no filme ele aparece somente encapuzado). Banksy se autodefine um "vândalo profissional", já tendo impresso seus desenhos em muros de todas as partes do mundo (Disneyland, New Orleans, Cisjordânia). Mas há quem julgue o vandalismo de Banksy uma verdadeira representação da arte - Brad Pitt e Angelina Jolie já compraram algumas de suas obras, o que a tornou valorizada em famosas galerias.




Cliquei aqui  para baixar o Filme, infelizmente ainda não tem legenda, mas pra quem tem um inglês razoável dá pra entender.

Site do Filme: http://www.banksyfilm.com/

28 de ago. de 2010

Grafiteiro Kboco



Ae pessoal! Hoje vou mostrar um pouco da arte do grafiteiro Kboco. Seu trabalho está sendo exposto na Bienal até dezembro, junto com outros grafiteiros renomados.

Márcio Mendanha de Queiroz, o popular Kboco, nasceu em Goiânia em 6 de novembro de 1978, e há três anos mudou-se para São Paulo, especificamente para Vila Sônia, zona oeste, ou seja, ele é vizinho de bairro do Fel.

Sua arte começa sendo exposta nos muros de Goiânia e também Olinda (PE), e já chegou a ir para a Bienal de Valência, na Espanha, e até no Choque Cultural, aqui em São Paulo, onde Titi Freak está expondo seu trabalho também. O artista utiliza em seus desenhos formas arabescas, geométricas e, principalmente, as cores variantes entre o sertão goiano e o africano.

Pessoalmente, eu achei que as formas geométricas usadas são de um equilíbrio sensacional, e se encaixariam muito bem em qualquer cidade. É uma pena ele ter largado os muros para grafitar em galerias, mas ele disse em uma entrevista que está feliz na cena em que ele atua e que o preço alto de suas obras se dá ao alto custo que ele tem pra fazê-las, além do aluguel para pagar, como todos. Algumas de suas obras me lembraram bastante a escrita árabe, talvez pelos traços.

Ele também já grafitou ambientes de skate. Em um lugar desses, foi feito um vídeo dele pintando que ficou muito louco, dando outra cara ao lugar.




Site http://www.lost.art.br/kboco.htm
Myspace http://www.myspace.com/kboco

21 de ago. de 2010

A Sutileza na Arte de Lawrence Yang





Lawrence Yang trabalha com informação abstratas do dia para pintar de noite. Influenciado pela arte do grafite e tradicionais pinturas chinesas, ele utiliza tinta de caneta e aquarela em suas obras para dar esse tom que vemos acima. As pinturas de Lawrence usa cores para comunicar a atmosfera e emoções, e ele também é bem preocupado primeiramente com a questão de criar a ordem saindo do caos e o contrário. Lawrence vive em São Francisco com seus dois animais imaginários, Cholo e Bonky.

Blog: http://blowatlife.blogspot.com/
Site Oficial: http://www.suckatlife.com

31 de jul. de 2010

Theo Jansen, O Escultor Cinético

Esse vídeo faz parte do Ted Talk, um ciclo de várias palestras dadas por pessoas que tiveram experiências incríveis e que estão fazendo coisas para você experimentar, como é mostrado nesse video.

Theo Jansen se considera um “escultor cinético”. Desde 1990, ele consegue criar vida a partir de tubos amarelos com a ajuda do vento. O holandês afirma ser mais que um artista, mas, também, um engenheiro.

Suas enormes esculturas chamadas de “Strandbeest” (um trocadilho com a palavra inglesa “beast” – poderia ser traduzido como “A besta de fios”) são feitas para andar usando a força do vento.

Jansen é um ambientalista, por isso, todas as suas esculturas são produzidas com material reciclado. Para direcionar o vento, ele usa pedais de bicicleta, tubos plásticos e anéis de borracha. Criando os seus animais, Jansen se preocupa com a estrutura muscular deles – que deve se contrair e relaxar, como se fosse de verdade.

Uma das coisas mais impressionantes sobre as esculturas cinéticas é que suas pernas realmente se movem – elas não são impulsionadas por rodas como se espera de um objeto inanimado.

Enquanto cria seus animais, Jansen pensa, também, no ambiente em que os colocará: a praia – por causa do vento – e se preocupa em fazer suas criações andarem sobre a areia. Uma inovação presente nas Strandbeest mais recentes é a capacidade de sentir que estão se aproximando da água e mudar de direção.

Em um mundo cheio de computadores e de tecnologias complicadas, as invenções de Jansen mostram como a mecânica pode ser simples.


Para ver mais aprestanções do Ted Talk clique aqui.
Acesse o site oficial dele: http://www.strandbeest.com/index.html

5 de jul. de 2010

A Arte em Fita Cassete

A pintora e escultora Erika Iris Simmons expressa sua arte de uma forma peculiar. Ela tem preferência por reciclar materiais ao compor suas obras. Livros velhos, cartas de baralho e fitas cassete são alguns exemplos do que ela utiliza para criar as mais variadas imagens.

A série Ghost in the Machine (Fantasma na Máquina) retrata ícones do Século XX através de fitas cassete. São cantores e atrizese produtores que ficaram de alguma forma conhecidos e são homenageados nas obras que você pode conferir abaixo. Outras obras de Erika estão disponíveis em seu site pessoal e em sua página no Flickr.

15 de jun. de 2010

Alberto Cerriteño: Ilustrador, Animador e Designer




Alberto Cerriteño é um ilustrador e designer mexicano que vive em Portland, nos Estados Unidos, há quase 4 anos. Fortemente inspirador pelo estilo dos urban vinyl toys, uma forma das mais populares formas de toy art, além de cartoons alternativos e movimentos pop-surrealista, Alberto Cerriteño tem desenvolvido seu estilo e técnica únicos, tendo presentes no seu trabalho uma delicada porção das tradicionais influências artísticas mexicanas, especialmente em seu controle de várias texturas ricas e estampas decorativas.


Cerriteño tem um estilo que me lembra muito o cartoon Mansão Foster Para Amigos Imaginários, muitos de seus trabalhos são desenhos e outros são colagens, como esse Nosferatu logo acima, que foi o primeiro vampiro dos cinemas. 


Alberto Cerriteño ganhou vários prêmios pelo mundo e é chamado pra trabalhar em vários lugares por causa de seu estilo ímpar, como, por exemplo, fazer a arte de um dos primeiros jogos do Kinect, (veja o trailer) que é a mais nova revolução dos videogames, onde há leitura de voz, feições faciais, movimentos, e escaneamento de objetos, fazendo com que os jogos passarão a exigir mais participação fisica do jogador, quebrando a linha que dividia jogador/tv, sendo agora tudo com movimentos reais.


Infelizmente, o Kinect não tem data de lançamento, mas eu chuto algo perto do primeiro semestre do ano que vem. Enquanto isso, curtam os trabalhos já realizados de Alberto Cerriteño.

Site Oficial:
http://www.albertocerriteno.com/
Blog Oficial:
http://albertocerriteno.blogspot.com/

21 de mar. de 2010

Como Criar Light Graffiti



O Light Graffiti é feito geralmente com luzes de Led, sejam elas lanternas ou simplesmente uma lâmpada. Para fazer um pouco dessas fotos espetaculares não é muito difícil.

Um bom início para quem gosta de fotografia fazer isso é tirar fotos de carros em movimento com baixa velocidade na câmera, fazendo com que só saiam faixos das luzes dos faróis. Isso poderia ter ficado bem interessante se essas luzes fossem organizadas ao seu gosto.


E para fazer esse tipo de foto, que também é chamado de Light Painting, basta ter uma lanterna LED, ou, no caso dessas fotos, fogos de artifício, mas vamos começar com LED.

Se você tem aquelas câmeras digitais comuns, infelizmente não dá pra fazer, a câmera precisa ter a função de controlar a velocidade do obturador. Caso você tenha uma câmera reflex(semi-profissional), basta colocar o máximo de tempo possível. A abertura do diafragma também deve ser verificada e de preferência colocada no "talo", pois para tirar esse tipo de foto é necessário estar em um lugar escuro.


A partir daí, com a câmera já ajustada, é só você inventar o que quer desenhar na foto, utilizando os movimentos da lanterna. Se você não quiser que você apareça na foto evite mirar a luz em si mesmo durante a "pintura".

Infelizmente ainda não peguei fogos de artifício para testar o que se fala nesse site AQUI, onde também pode-se ver mais fotos nesse estilo.

Tente fazer testes e se acostumar com a velocidade em que devem ser feitas as "pinceladas" de LED antes de ir para os fogos de artifício.

Dá pra fazer algo bem bacana se tiver um pouco de paciência e criatividade.



Grafite sem sujar muros, pode ser uma boa opção.

9 de mar. de 2010

Naoto Hatori, Surrealista

 Naoto Hatori é um pintor surrealista que nasceu em 1975 em Yokohama e estou Design em Tokyo e Artes em Nova York, onde acabou ganhando vários prêmios, devido às suas obras originais, que já foram publicadas em muitas revistas de arte.

Dê uma olhada no número de exibições que ele já deu nesse link.

O próprio nome de seu site já vem com uma "sacada" para te fazer parar e pensar um pouco se é esse o site que você quer entrar.




Link para o Site Oficial dele na parte da Galeria:
http://www.wwwcomcom.com/gallery.html

2 de mar. de 2010

Victor Safonkin

Nascido em 1967, na Mordovia, Victor Safonkin pinta profissionalmente desde 1990.
Seus quadros retratam seres fantásticos, personificações de sentimentos, passagens da Bíblia e trechos de lendas.

As telas pintadas a óleo, de maneira clássica, recebem uma grande variação de cores, utilizando muitos efeitos de luz e sombra em composições intricadas.

Marcados pelo surrealismo, os quadros são, segundo o artista, baseados em sonhos e ele começa a pintá-los logo que acorda, para não correr o risco de perder o momento de sonolência, "quando os sonhos ainda florescem."


Veja sua obra completa aqui: Victor Safonkin

26 de fev. de 2010

Julian Beever, O Pintor de Perspectiva



Julian Beever é um pintor de calçadas que rodou o mundo durante 10 anos fazendo suas pinturas assustadoramente perfeitas. Olhadas da perspectiva certa, verdadeiros cenários são construídos, utilizando-se de ilusões de ótica e perspectiva.
Depois de um tempo, suas pinturas ficaram mais tendenciadas para buracos no chão e muitas pessoas no mundo começaram a copiar seu estilo.

Neste vídeo, é mostrado como são feitas algumas das pinturas, olhadas de outra maneira vemos o quão absurda tem que ser a imaginação de Julian antes de começar a pintar para saber a devida proporção dos objetos pintados para darem certo em uma única posição.



Para ver suas pinturas, clique no link

16 de fev. de 2010

Esculturas SteamPunk



O termo Steampunk vem de livros que contavam histórias passadas na época da revolução industrial, onde as fábricas só utilizavam-se do vapor para mexer suas máquinas. Nesses livros, as pessoas construiam robôs gigantes movidos a vapor, tendo uma estética da época. Também são populares animes steampunks, como Gundam, Future Boy Conan e Steamboy que se apropriam do conceito de uma sociedade onde máquinas são bastante evoluídas, além de casos de ciborgues ou pessoas com implantes mecânicos.

Conheço um site que se chama StumbleUpon, que tem milhares de sites cadastrados e quando você aperta "stumble", ele vai pra qualquer um na lista, sendo que você também pode filtrar por temas os sites que você poderia achar interessantes. Navegando por ele, achei um site que consiste em uma coleção de esculturas e bonecos de temática steampunk do artista belga Stephane Halleux, alguns bastante interessantes, dêem uma olhada que tem bastante coisa boa por lá.

Mais aqui.